Atacama: Geyser del Tatio e Machuca

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Lembra que convidei meu amigo Igor para falar sobre os seus passeios no deserto do Atacama? Pois agora é a vez dos campos geotérmicos del Tatio com seus geysers e águas termais. Lembrando que os meninos não ficaram no Sumaj Jallpa, ficaram no La Casa de Don Tomás e gostaram muito.

+ Atacama: Monjes de la Pacana e Salar de Tara

Geyser del Tatio e Machuca

  • Duração: entre 4:30 e 13:30
  • Preço: CL$ 35.000
  • Operadora: Turistur
  • O que pensei? “Machuca, mas não dói”

Para o nosso segundo dia no deserto resolvemos pegar um passeio pela manhã e outro no período da tarde. Escolhemos o Geysers del Tatio e Machuca, para começar o dia bem cedinho, tão cedinho que ainda estava escuro e muito frio.

O tour é marcado para começar às 4:30 da madrugada e parte rumo a uma região bem elevada, então o conselho mais óbvio é se vestir no esquema de camadas: vá colocando roupa sobre roupa, mas de forma que seja fácil retirá-las ao longo do dia, quando as temperaturas forem aumentando.

Nota do blogueiro: vá preparado para um inverno glacial, mais cuidado com segundas peles que são difíceis de tirar.

Meus três grandes amigos dando grandes pulos!

Na noite anterior pedimos o café da manhã “pra viagem” e no dia do tour as sacolinhas estavam nos esperando deliciosas na recepção. Comemos enquanto esperávamos a van chegar, o que deve ter demorado uns 20 ou 30 minutos. Acho que fomos um dos últimos hotéis por onde eles passaram, então logo em seguida partimos a caminho dos Geysers em uma viagem de uma hora e meia, o que foi ótimo para tirar mais um cochilo.

Nota do blogueiro: comigo foi diferente, comecei a passar mal logo na primeira meia-hora de estrada – que é uma subida incessante com poucas curvas. Leve um anti-histamínico para combater o enjoo causado pela altitude.

Chegamos no parque logo ao amanhecer, o que proporciona a experiência inesquecível de ver o sol nascendo no deserto. As vans chegam primeiro na entrada do parque, onde você paga uma taxa mínima, mas não inclusa, e aproveita para jogar uma água no rosto enquanto morre de frio nos 15 metros que separam a van do banheiro.

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O sol nascendo e a fumaça dos geysers

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Olha a neblina causada pelo enxofre subindo e tomando conta do Tatio

E mesmo com a água fervendo, o frio é incessante

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Tão frio, mas tão frio que a Ju preferiu não tirar as luvas e usar o celular de um modo não convencional…

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Mais um dos geysers do Tatio

Na altitude em que está o parque a água ferve a 85ºC, o que proporciona uma constante neblina de vapor e cheiro de enxofre no local inteiro. Em alguns pontos formam-se águas termais onde é possível nadar, mas mineiro é desconfiado e o frio fez a vontade de tirar a roupa baixar para -15. Resolvemos não arriscar nas termas, mas demos uma caminhada por ali.

Nota do blogueiro: os meus amigos entraram, mas eu estava tão enjoado, mas tão enjoado que não consegui sequer tirar uma foto deles – saí fugido para não fazer sujeira ali.

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Roupa típica de um passeio nos geysers

Logo que o sol nasce e depois de algumas explicações do guia sobre o local ter sido área de teste para uma estação geotérmica que acabou não vingando, é servido um café da manhã em que o leite e a água são esquentados nos próprios geysers.

Foi inusitado ver o nosso motorista resgatar as caixinhas de leite de um buraco no chão:

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Olha o pessoal nadando nas água termais…

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… enquanto a gente olhava

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… e o guia esquentava o leite!

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Café da manhã da Turistur!

O tour segue descendo as montanhas, parando algumas vezes para recebermos explicações e tirarmos fotos com a fauna e flora local. Hoje já não lembro a diferença entre alpaca, lhama e vicunha que o guia fez questão de explicar umas de duzentas vezes, sendo cem delas exclusivamente para mim.

Passamos pelo vilarejo de Machuca, um mini povoado local com menos de 30 casas e, desconfio eu, cerca de dez habitantes ou menos. Dentre banheiro, loja de artesanatos locais, lanchonete com o pastel frito mais cheiroso do deserto e uma família oferecendo para tirar fotos com a lhama (ou seria alpaca?) de estimação, não havia muita coisa pra fazer por ali, a não ser absorver aquela cultura.

Demos mais uma caminhada pelo local, mas ninguém animou de subir um pequeno morrinho para visitar a igreja do vilarejo – a lembrança do dia anterior, em que passamos mal após subir algumas dunas no Salar de Tara, ainda estava muito fresca na nossa memória.

Nota do blogueiro: eu não subi o morrinho porque estava passando muito, mas muito mal – mas os meninos foram e tiraram as fotos que estou pondo no Insta hoje ao longo do dia. Vale dizer que além do pastel tem churrasquinho de carne de vicunha – ou seria lhama?

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Machuca, mas não dói (desculpa, não aguentei…)

Provavelmente esse é o tour que mais irá te castigar fisicamente: tem que acordar cedo, é muito frio e o cheiro de enxofre pode ser enjoativo, mas foi um dos lugares mais legais da viagem.

Quem já conhece algum outro geyser pode optar por outro passeio, mas se você ainda não passou por essa experiência vale a pena todo o esforço – que, convenhamos, nem é tão grande assim.

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Ju nas águas termais

No próximo post conto como foi o tour pelos Valles de la Luna y de la Muerte, depois fecho a série com uma tentativa de mergulho na Laguna Cejar.

Se você quiser dividir suas dicas ou contar como foi sua visita, deixe um comentário aqui ou me procure no Insta!

Leia mais para saber o basicão do deserto do Atacama:

+ San Pedro de Atacama, primeiras impressões

+ Como comprar passagens para San Pedro de Atacama

+ 5 grandes dicas para reservar um bom hotel no Atacama

Qual o melhor seguro de viagem para o Chile?

+ Onde comer em San Pedro de Atacama

Outras dicas do blog para programar a sua viagem:

  Já sabe onde ficar no deserto do Atacama? Eu fiquei no Sumaj Jallpa, mas queria ter ficado no Quinta Adela. Já dei muitas dicas de como escolher seu hotel no Atacama.

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Sobre

Sou mineiro de Belo Horizonte, onde nasci e moro. Sou jornalista, trabalhei com assessoria de comunicação e fui repórter de turismo. Nem toda viagem é trabalho, mas depois do blog todo trabalho virou viagem! Sou @rodeiviagens no Insta.


'Atacama: Geyser del Tatio e Machuca' têm 2 comentários

  1. 26 de julho de 2016 @ 19:39 Luiza

    Impossível viajar sem vir no seu blog Verdinho! to rindo demais com os seus comentários do Atacama..

    Responder


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