Chocolate quente e alfajor em Buenos Aires

Submarino é a maneira portenha de curtir um chocolate quente, bem quente: com uma barrinha de chocolate meio amargo mexemos o leite até que ela comece a dissolver e muito antes do que se imagina desaparece por completo. Tem submarino com marshmallow, com canela e com baunilha, mas o bom e velho submarino de Buenos Aires é aquele com chocolate, leite e, para alguns, açúcar.

No Tortoni paguei 30 pesos por um submarino de marajá, mas em qualquer outro lugar menos badalado geralmente a conta fica entre 15 e 20 pesos.

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Um acompanhamento tipicamente argentino para o submarino é o alfajor, mas, lembre-se, é “alfarror” para não passar vergonha.

Tudo indica que ele tenha nascido no Equador, mas foi na Argentina que esse bolinho recheado virou paixão nacional: hoje existem mais de cem marcas vendendo cerca de duzentos sabores diferentes, faz parte da cultura local e é comum consumi-los em vários momentos do dia.

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Esse bolinho argentino ganhou fama usando outra paixão nacional, o doce de leite, um de seus recheios mais famosos. Só não confunda o nome com a marca: sabe aquele delicioso alfajor Havanna? Então, ele é estritamente turístico e sobrevive basicamente a custa de nós, gringos.

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Os meus alfajores favoritos

Milka é muito popular e facilmente encontrado em qualquer “quiosco” portenho. Seu diferencial é o tamanho triplo e a textura airada em todos os sabores disponíveis: mousse de chocolate branco e tradicional, “chocolate extremo”, doce de leite e biscoito Oreo, meu preferido.

Uma unidade custa 3,50 pesos, mas em supermercados é possível encontrar embalagens com seis unidades iguais ou sortidas por 18. É um presente mais descolado e menos previsível do que um Havanna.

Jorgito é gostoso e o mais barato deles. Jorgito é roots, old school, velha-guarda. Os sabores “negro” e “blanco” aparecem nos tamanhos tradicionais e “maxi”, mas existe também o “de fruta” no tamanho tradicional e o “glaceado” no tamanho turbinado. Quando Jorgito vem no tamanho maxi passa a se chamar Jorgelín.

Cachafaz é o mais gostoso: o doce de leite tem aquela textura molhada e o chocolate que o envolve é ao leite, diferente do tradicional meio-amargo. Um Cachafaz é tão pomposo quanto um Havanna e sai pelo mesmo preço, 4,50.

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Tresam, Guolis, El Gringo, Guolis, Secretos, Amaratotto… Existem pelo menos outras cem marcas disponíveis. Cada cidade argentina possui a sua marca local que é mais ou menos popular de acordo com a tradição. De qualquer forma, o mais procurado por turistas continua sendo o Havanna – mas cuidado para não levar genéricos: Havanna só nas lojas da marca, nunca em mercados de rua ou quioscos.

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Todos os outros podem ser encontrados em quioscos de esquina, que são essas bancas com chicletes, jornais, revistas e alfajores. Tanto a oferta quanto os preços tendem a ser os mesmos, mas é claro que você pode encontrar embalagens maiores, por preços menores, em padarias e supermercados.

E você, vai sempre de Havanna ou arrisca novas marcas?

Salvar

Outras dicas do blog para programar a sua viagem:

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Sobre

Sou mineiro de Belo Horizonte, onde nasci e moro. Sou jornalista, trabalhei com assessoria de comunicação e fui repórter de turismo. Nem toda viagem é trabalho, mas depois do blog todo trabalho virou viagem! Sou @rodeiviagens no Insta.


'Chocolate quente e alfajor em Buenos Aires' têm 4 comentários

  1. 7 de September de 2011 @ 11:56 Kari

    Olá, Thiago!
    Estou me organizando para uma viagem a Buenos Aires e estou acompanhando suas dicas (inclusive a de “7 coisas que você irá aprender viajando sozinho”, já que será minha primeira vez viajando sozinha). Adorei as dicas de lugares para comer e queria saber se pretende fazer um post sobre hospedagem na capital portenha. obrigada e parabéns pelo blog!

    Responder

  2. 19 de August de 2011 @ 18:16 Fonseca

    Eu vou no copo do lado do submarino da foto!! hehehe
    Mas o Milka de Oreo é o melhor!!

    Responder


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