6 verdades sobre trazer encomendas

Atualizado em

Conheci uma menina de 15 anos que se prontificou a levar um iPad para cada um de seus três melhores amigos. Perguntei se ela tinha pensado na hipótese de ser parada na alfândega de Belo Horizonte, no último voo da noite, principalmente chegando de Miami – ela disse um “sim” quase budista de tão sereno.

Não vim falar sobre ser ou não ser o tipo de pessoa que leva encomendas de bom grado, até porque essa pode ser uma bela maneira de arcar com os custos da viagem (é comum ver pessoas cobrarem um ágio de 20% sobre o valor final da nota).

Também não vou mexer com quem se enche de pudor na hora de recusar um pedido de grego, ou quem diz “claro, sem problema” e depois tem a pachorra de dizer que os iPads estavam esgotados em Miami.

Esse não é um post para quem está para decidir se vai ou não quebrar um galho para quem fica: esse é um post para quem está disposto a ouvir a verdade na lata, não uma mentira envergonhada.

Seis verdades sobre trazer encomendas

Você não foi o único a pedir

Seu grande amigo está prestes a viajar e você lembra que precisa muito de algo que irá otimizar o seu tempo de trabalho ou acabar com os seus fins de semana de monotonia – acontece que essa ideia não foi só sua: não só os grandes amigos e os parentes mais próximos pedem todos os tipos de coisas, mas o vizinho que você mal cumprimenta, a secretária do escritório, o amigo do primo e a mãe da namorada pensaram exatamente o mesmo; comprar algo de diferente pela metade de preço e economizar no frete.

Nada é muito pequeno

Não existe nada que seja muito pequeno. Se o limite é 23 quilos por mala e o sujeito está trazendo 22 e alguns quebrados, um potinho de vitaminas que é “pequeno e custa pouco, juro” pode ser o responsável por uma taxa de sobrepeso exorbitante.

Mandar entregar não isenta ninguém de trabalho algum

Pode parecer mentira, mas muitas vezes ir até uma drogaria pode ser mais rápido, menos trabalhoso e mais barato do que receber uma encomenda no hotel. Em Nova York existe hotel cobrando até 100 dólares por encomenda retirada – sem contar a fila e o tempo gasto tendo que conferir diariamente se a sua encomenda chegou ou não. Outra: encomendas nunca são entregues no quarto, elas são retiradas na recepção.

Ninguém gosta de lidar com dinheiro dos outros

Infelizmente não tem nada que possa ser feito, todas as opções trazem alguma dor de cabeça para quem viaja: se você entrega dinheiro vivo na moeda local seu amigo terá que se virar, cuidar, separar e se preocupar com um dinheiro que não é dele. Se você autoriza compras no cartão de crédito ele terá que guardar notas e descobrir o que pertence a ele e o que pertence a você na hora de pagar a fatura, além de ter que arcar com possíveis oscilações do dólar na fatura seguinte. Se você faz um cartão pré-pago e o entrega em mãos, assim como dinheiro vivo, ele corre o sério risco de perdê-lo no primeiro dia de viagem. Com o cancelamento em tempo hábil nada irá acontecer, mas boa sorte procurando o número para o qual você precisa ligar e os dados do cartão do amigo.

Tanto a receita quanto a companhia aérea impõem os seus limites

Ninguém viaja para os Estados Unidos sem o desejo de comprar algo. Para conseguir um celular, tablet ou laptop por um terço do preço pago no Brasil essa pessoa teve que desembolsar uma nota para arcar com o custo das passagens e da hospedagem. O direito de pagar menos ou voltar com algumas coisas bem legais na mala foi arduamente conquistado por ela. Infelizmente ela não pode trazer o que você e ela querem porque a Polícia diz que isso é errado e estipula um limite – e a companhia aérea também estipula os seus: infelizmente o número de malas que podem vir com você é ela quem diz.

Dois corpos não ocupam o mesmo espaço ao mesmo tempo

É ingenuidade acreditar que uma pessoa viajando para Orlando não consiga encher uma mala sem comprar nada para terceiros. Quem viaja no inverno descobre que uma mala é perdida antes de sair do Brasil: casaco, bota e roupas de lã ocupam um espaço sacana em uma mala que deveria ficar cheia na volta, não na ida – é chegado o momento apocalíptico em que meias, cuecas e chinelos começam a ficar para trás porque eles simplesmente deixam de ter espaço. Por menor que seja, não adianta, nada é insignificante.

Essas são as seis verdades que todos irão esquecer um dia, inclusive eu. Pedir não é proibido, peça, mas esteja preparado para ouvir um “não” sincero e, por favor, não se zangue com isso – não seremos nós que iremos brigar por um potinho de vitaminas que é pequeno e custa pouco, certo?

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Sobre

Sou mineiro de Belo Horizonte, onde nasci e moro. Nem toda viagem é trabalho, mas depois do blog todo trabalho virou viagem! Se quiser receber os últimos posts do blog e cupons de descontos exclusivos no WhatsApp é só adicionar (31) 98263.3937 aos seus contatos e mandar um "alô" para ativar o robô do blog!


'6 verdades sobre trazer encomendas' têm 40 comentários

  1. 5 de julho de 2019 @ 14:14 Selma

    Thiago, excelente texto, como sempre, PARABÉNS!

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  2. 30 de dezembro de 2017 @ 11:14 Bárbara

    Quando fiz intercâmbio na Inglaterra, a ex namorada do amigo do meu ex-namorado (olha o rolo), queria que eu trouxesse um notebook pra ela que depois ela me daria o dinheiro (sim, depois. E como se intercambista tivesse mto dinheiro pra gastar.). Expliquei que tava com o meu e não dava pra trazer. Houve insistência, perdi a paciência e perguntei qual seria a solução: deixar o meu notebook lá ou enfiar um no c* para viajar.
    Nunca mais falou comigo. Fiquei feliz.

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  3. 21 de janeiro de 2015 @ 9:45 Allan

    E o que aconteceu com a garotinha dos ipods?

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  4. 19 de janeiro de 2015 @ 19:12 Vivian

    Moro em Washington DC, então não lido com a maior parte desses problemas, mas odeio ter que ficar dirigindo os outros pra cima e pra baixo pra comprar presentinhos pra meio mundo…

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  5. 19 de janeiro de 2015 @ 9:36 Lincoln

    Da uma olhada nisso linda

    Responder

  6. 18 de janeiro de 2015 @ 4:38 Alex Cesar

    Muito bom. Vou gravar o link, e usar como resposta a que pedir alguma encomenda. Tem gente que não se manca mesmo. Ainda mais agora que a receita vai apetar nos aeroportos.

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  7. 5 de dezembro de 2014 @ 17:28 Simone Hara

    Perfeito!
    Resume muito bem esse enrosco que é a tal “encomenda amiga”.
    A duras penas eu aprendi finalmente a dizer NÃO sem traumas e sem remorso.
    Um abraço e parabéns pelo blog! cada dia melhor!

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  8. 15 de setembro de 2014 @ 12:00 Alexandre Baima

    O pessoal é sem noção, então temos que lidar com isso sempre que formos viajar para os EUA.
    Não sou de ficar espalhando que vou viajar, mas várias pessoas acabam sabendo por uma série de motivos….
    Mas, uma pelo meu temperamento e outra porque sou bem direto, as pessoas praticamente não me pedem nada.
    Porém, se vierem me pedir, eu já aviso logo, não trago encomendas, vou viajar para curtir minhas férias, existe uma cota, e eu uso ela toda e mais um pouco só pra mim, então não me peça nada, pois eu não vou poder trazer….(curto e grosso).

    Trago presentes para quem eu quero e acho que merece receber, minhas malas voltam cheias, pois não compro quase nada no Brasil durante todo o ano, e fico economizando para minha viagem, onde aproveito e compro o que preciso.
    Outra coisa, não perco meu tempo procurando algo para os outros, meu tempo é ouro, e estou de férias…

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    • 15 de setembro de 2014 @ 16:24 Wal

      Excelente post. Ouço reclamações todos os dias de clientes saturados de ter que procurar encomendas.
      Vou reblogar! Convido a todos a conhecer meu blog: http://www.acontecenovale.com

      Um abraço.

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  9. 2 de agosto de 2014 @ 0:47 Elton

    “Ninguém gosta de lidar com dinheiro dos outros”. Cara, isso me fez sofrer muito na primeira vez que fui aos EUA.

    Fiz a besteira de prometer comprar dois celulares para dois conhecidos. O problema começou porque os dois me deram o dinheiro vivo e em Reais. Ambos não levaram em consideração que o valor do dólar nas casas de câmbio não é igual ao “conversores de moeda” que tem na internet. Eles também não levaram em consideração que os valores nos sites estão sem o imposto (que no caso de Boston, gira em torno de 6%).

    Conclusão, além deu está toda hora preocupadíssimo em não misturar o dinheiro dos dois (perder, gastar pensando que era meu etc) tive que complementar do meu bolso o valor do celular de um.

    O do outro não foi possível comprar e aí surgiu outro problema: na hora de trocar de volta de dólar para real o valor não foi o mesmo que ele me deu. Aí ele achou ruim, ficou um clima chato, enfim. A minha sorte é que eu viajei num excursão e tinha um advogado que me falou que ele correu o risco de trocar moeda e tal. Eu não teria nenhuma culpa.

    Enfim, aprendi a lição. Aprendi a dizer não e só trazer presentes/souvenirs para alguém que seja especial (família, amigos, namorada). Excelente texto e até mais.

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  10. 19 de junho de 2014 @ 5:40 Karla

    Nunca tive nem terei problemas c isso,pq eu simplesmente nao falo p ninguem q vou viajar.Mas tem gente que conta ate pro cachorro da vizinha da rua de bx…ai depois ainda reclama q o povo e sem nocao.Quem fica sabendo das minhas viagens,sao pessoas queridas e que tem total liberdade de me pedir as coisas ,e q se eu puder trarei a encomenda c prazer.

    Responder

  11. 16 de dezembro de 2013 @ 20:06 "Traz Só uma Coisinha" - A Verdade Sobre Encomendas | Antonio Borba

    […] a leitura do artigo 6 Verdades Sobre Trazer Encomendas do blog […]

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  12. 9 de setembro de 2013 @ 9:48 Debora Garcia

    Thiago,
    texto maravilho! Parabéns! Vou compartilhar agora pra Deus e o mundo. rsrs Semancol urgente pra esse povo sem noção que acha que vc é correio internacional “só” pq está viajando pro exterior!

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  13. 18 de agosto de 2013 @ 1:28 Ana

    Bom é parente que avisa que vai mandar entregar no hotel e não avisa que não comprou o produto que ia ocupar lugar na mala e a besta aqui fica TRÊS horas fazendo meio hotel procurar um pacote que não existe e, claro, nessa hora vc não acha o bosta do parente para saber a porra do numero do pedido inexistente… Mas o importante é que comigo basta uma vez. Sobre próxima viagem só conto depois que voltar com minha mala cheia das minhas coisas. =)

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  14. 14 de agosto de 2013 @ 17:48 Julie

    Uma vez, me prontifiquei para trazer uma boia de jetski. Era um amigo da minha mãe, e mesmo macaca velha de viagens (já morava há três anos no exterior), decidi trazer. Quando a caixa chegou, pasmem – pesava mais de 100 pounds e a cia aerea por pouco não quis aceitar embarque com aquilo. Não pude tirar da caixa com medo que expandisse, levei numa mala sem alça, e guess what? não cobrei nada. soube que depois de um tempo o cara vendeu e ganhou dois mil reais de comissão na venda. Aprendi a parar de ser babaca e não trago mais nada.

    Responder

    • 14 de agosto de 2013 @ 18:04 Thiago Khoury

      “… soube que depois de um tempo o cara vendeu e ganhou dois mil reais de comissão na venda”, eu teria cobrado dele. Ou da minha mãe.

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  15. 14 de maio de 2013 @ 12:34 Victor

    Pessoal li este artigo e achei muito interessante.
    Olha so eu sou bobo levo as coisas pras pessoas e nao cobro nada. As vezes deixo de colocar coisa pra mim na mala pra levar as coisas pro povao….To pensando em comecar a cobrar..Vi que tem gente que cobra 20%, mas nao e muito pouco?

    Responder

  16. 18 de janeiro de 2013 @ 13:21 Marina

    MELHOR TEXTO EVER!!!!!!!!!!!!

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  17. 2 de outubro de 2012 @ 13:25 Car

    Gostei muito deste post. Obrigado por compartilhar! Eu tambem moro no exterior (EUA) e sempre que vou ao Brasil eh o mesmo pesadelo de sempre: encomendas e mais encomendas para parente, amigo, vizinho, conhecidos dos teus amigos, etc… Se eu eu digo nao, e porque sou chato, metido, etc.. pessoas que nunca se importam em ligar para saber como vc esta, ou escrever um simples e-mail para ver como vao as coisas. No entanto, quando ficam sabendo que vc vai ao Brasil, comecam a entrar em contato com voce para pedir para levar coisas. O que eu quero tambem e curtir as minhas ferias e nao ficar me estressando com que levar para as pessoas ou ser pedido para abrir as malas quando passar pela alfandega. Ja decidi que nao vou mais avisar ninguem quando eu for ao Brasil e quando me virem la vou dizer: Surpresa!!! Assim evito qualquer tipo de aborrecimento por minha parte e por parte das demais pessoas.

    Responder

  18. 27 de setembro de 2012 @ 12:24 Karine

    Oi.
    Tudo muito bem colocado o que vc escreveu.
    Eu moro no exterior e todas as vezes que vou ao Brasil, as pessoas me chateiam muito. Nao usam do bom senso para pedir as coisas, e muitas vezes desisto de ir somente para evitar esse chateacao. Quando vou ao Brasil, eu quero ir para curtir minhas ferias, nao ficar me preocupando com o que levar para as pessoas. E se vc diz que nao pode levar, as pessoas ainda se chateiam achando que voce eh cato. Jah chegaram a me pedir coisas exorbitantes, como 16 camisetas, 10 calcas jeand e por ai vai… Isso tudo da mesma pessoa. Sem falar que as pessoas ao falarem comigo do Brasil, nao querem saber como estou, querem saber quando eu vou e se eu posso levar encomendas. Tenho vontade de nunca mais ir ao Brasil, somente para evitar esse tipo de gente um pouco sem nocao.

    Responder

  19. 19 de setembro de 2012 @ 19:28 Leila

    A última vez q pedi a uma “amiga’ para trazer algo para mim, ( e na ultima viagem que fiz ela me pediu, e eu trouxe )ela simplesmente me disse: bem Leila, acho arriscado trazer seu pedido pq irei com meu marido e ele é muito consumista. Prometi a mim mesma n pedir e nem trazer absolutamente nada pra ninguém. É a melhor atitude!!

    Responder

  20. 18 de setembro de 2012 @ 17:26 Luiz Jr. (Blog Boa Viagem)

    ÓOOOOOOTIMO TEXTO! Eu vivo a mercê dessas condições! Toda viagem internacional tenho milhares de coisas para trazer para pessoas que mal sabem um pouco de quem sou, mas que com toda certeza se adiantaram na tarefa de saber que eu estaria fora e que por alguma ocasião do destino eu acabaria trazendo algo para alguém.
    Já consegui fazer muita coisa com encomendas, várias vezes consegui pagar as minhas depesas trazendo mercadorias para outras pessoas que consicentemente sabiam que eu teria que “lucrar” um pouco com o que me fosse solicitado. Não sei realmente se esse é o futuro, ou se vou fazer isso para o resto da minha vida. O que tenho percebido é que cada vez está ficando mais complicado. Não bastasse todos os parentes pedindo vitaminas de 15 U$ (e que aqui custam mais de R$ 100), agora aprenderam que também podem pedir encomendas de eletrônicos, o que tem complicado ainda mais, visto que estes são os alvos principais da Receita Federal. Cabe a cada viajante conhecer e compreender seus limites e fazer o que é melhor para si próprio e não para os outros, afinal foi como o texto relatou – a vantagem é sua que viaja e não dos que ficam só de olho nas suas compras.

    Responder

    • 18 de setembro de 2012 @ 17:35 Thiago Khoury

      Oi Luiz, meu sonho ter esse gingado todo para fazer um dinheirinho com encomendas. Sou péssimo para por preço, pior ainda para cobrar. Conheço muita gente que paga duas viagens com as encomendas de uma. Morro de inveja.

      Responder

  21. 18 de setembro de 2012 @ 17:22 Anna Martinelli

    Se tem uma coisa que eu ABOMINO é encomenda.
    Como você falou, ocupa espaço na minha mala, que eu estou levando pra comprar as minhas coisas com o dinheiro que eu economizei pra ir até lá comprar; dá trabalho; e sempre tem gente que aina reclama (seja preço, do produto que veio errado, do troco…).
    É por isso que eu nunca peço pra ninguém também, a não ser uma necessidade extrema e se for tipo, um lápis.
    Acredite, já vi amigo pedindo CAFETEIRA DA IKEA para uma amiga em comum. Ela não falou nada pra ele, mas pô, eu falei né… cafeteira? Menos Bial.

    Teu texto foi certeiraço. Quem pede encomenda é porque nunca viajou, porque o dia que viajar e tiver que lidar com isso, não pede nunca mais.

    Beijos rodado!

    Responder

  22. 18 de setembro de 2012 @ 17:11 Mariana Wamser

    O pior são aquelas pessoas que não desejam nem ‘boa viagem’, se quer dão ‘feliz aniversário’ e quando sabem que você vai viajar, fazem logo alguns pedidos!
    Já passei por uma situação em que minha tia viajou, e uma parente distante mandou eu pedir que ela trouxesse algumas roupas pro namorado. #caradepau

    Responder

    • 18 de setembro de 2012 @ 17:17 Thiago Khoury

      É por essas e outras que desenvolvi o dom do “não”, é pá-pum!

      Responder

    • 29 de julho de 2014 @ 19:55 Dani

      10 anos morando fora eu já vi de tudo… A pior foi uma garota que não falava comigo já a uns 6 anos, viu q eu postei que estava indo p/ o Brasil e pediu p/ eu levar um Ipad q ela me pagava depois. Mega cara de pau!!!
      Eu não cobro, mas aprendi a dizer não p/ várias pessoas. Eu só levo se for melhor amigo/família, se for pequeno, e se a pessoa pagar a mandar entregar na minha casa. Tb quando estou no Brasil é problema deles irem buscar.

      Responder

  23. 17 de maio de 2012 @ 12:21 Fernando Andrade

    Muito bom, Thiaguin!

    Eu só não concordo com uma coisa… Como assim tem gente cobrando 20% para trazer? Que absurdo! Eu cobro 40%! hahahahah

    Responder

  24. 3 de fevereiro de 2012 @ 14:45 Luísa Kattaoui

    Ainda bem que sempre tive essa noção hehehehhe…
    Mas vou mandar o texto pro Samuel porque ele não tem noção nenhuma!

    Responder

  25. 27 de janeiro de 2012 @ 23:03 Juliana

    eu nunca aviso ngm!
    =)
    E trago lembrancinhas para quem realmente importa!
    Eu me fodo o ano inteiro juntando grana pra viajar, faça o mesmo e vá comprar seu ipod!!

    Qdo eu era idiota fiz isso das encomendinhas e presentinhos, gastei tudo que tinha e voltei com as malas abarrotadas, agora é light pack, sempre!

    beijus

    Responder

  26. 25 de janeiro de 2012 @ 15:38 Douglas

    Eu concordo com a Marly tb! Quando fui aos EUA, choveram pedidos de encomenda… Fiz o que pude e o que quis! Rs.
    Acho que esse seu texto vem muito a calhar, Thiago. Foi o que você msm disse “Um texto escrito por alguém que faz o que pode, mas também nega e não gostaria que levassem para o lado pessoal”. Seria bem mais simples se alguns entendessem isso.

    Show de bola! Abraço.

    Responder

  27. 25 de janeiro de 2012 @ 12:45 Dani Polis

    ótimo texto!!!

    Responder

  28. 25 de janeiro de 2012 @ 8:01 Marly

    Otimo artigo … e é tão verdade tudo que voce disse.

    Responder


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