Roteiro a pé pelo centro de Sydney

Atualizado em 1 de novembro de 2019 por Thiago Khoury

Depois de muito apanhar desse novo My Maps do Google consegui fazer um super roteiro a pé pelo centro de Sydney, porque não tem forma melhor de rodar por Sydney senão caminhando por ela:

Mapa com roteiro a pé pelo centro de Sydney

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Roteiro a pé pelo centro de Sydney

Consegui distribuir os principais pontos turístico do centro de Sydney em cinco regiões: (1) Darling Harbour, (2) Queen Victoria Building e arredores, (3) Hyde Park, (4) região do Australian Museum e (5) Opera House com The Rocks.

Na verdade não tenho certeza se tudo isso deveria fazer parte de um roteiro a pé pelo centro de Sydney (provavelmente extrapolei os limites do centro), mas é tudo tão perto e plano que não justifica escrever outro roteiro para lugares tão próximos.

Você provavelmente não rodará tudo em um único dia, por isso pode dividi-lo a medida que o roteiro vai sendo feito e continuar de onde parou no dia seguinte.

As cinco regiões do centro de Sydney:

  • Região 1: Darling Harbour e suas atrações (pino vermelho)
  • Região 2: Queen Victoria Building, Westfield com Tower Eye, The Strand Arcade e Apple (pinos amarelos)
  • Região 3: Hyde Park (pino verde)
  • Região 4: Australian Museum, Cook and Phillip Park, St Mary’s Cathedral, Hyde Park Barracks Museum, Sydney Hospital, Art Gallery of New South Wales, Royal Botanic Gardens e Conservatorium Library (pinos marrons)
  • Região 5: Opera House e The Rocks (pinos roxos)

Escolha uma ou mais regiões por dia, ou então faça a regiões mais próximas de acordo com o mapa – você escolhe!

Essas são algumas dicas para facilitar o acerto na hora de encarar esse roteiro:

  • No verão o Hyde Park provavelmente estará sediando o Food and Wine Festival ou outro evento qualquer, por isso dedique um tempo maior a Região 3.
  • Região 1 pode ser feita em 40 minutos ou em um dia inteiro, depende do animo dos seus companheiros de viagem: Darling Harbour tem várias atrações pagas como zoológicos, aquários e museus de curiosidades.
  • Região 2 é a que gosto mais, passeando pelo centro propriamente dito e região de compras. Os quarteirões entre as ruas Kent e Pitt, Martin Place e Park são todos muitos legais, ótimos para bater perna.
  • Você pode encarar a Região 4 como um percurso que te leva à Região 5 ou passar o dia conhecendo os melhores museus da cidade entrando em cada um deles.
  • Região 5 é melhor no fim do dia, assim dá para curtir o pôr do sol nos arredores da Opera House e aproveitar o último passeio gratuito e guiado do dia por The Rocks.

Como conhecer Sydney caminhando

Vou desbravar cada uma das cinco regiões que mencionei aqui em cima. Se você tiver qualquer dúvida sobre elas é só deixar um comentário que ele será respondido.

Importante lembrar que para cumprir esse roteiro você não precisa estar de carro, mas estar de carro em Sydney é uma ótima forma de conhecer as praias menos comuns.

Caso não queria encarar carro na Austrália, já dei todas as dicas de como usar transporte público em Sydney.

Região 1: Darling Harbour

Darling Harbour não é o tipo de lugar que eu goste muito, não tem muito o que fazer se você não quiser pagar para entrar em um mundo de zoológicos, museus, aquários e outras coisas do gênero, mas é um programão para quem viaja em família.

Clique aqui para ver todas as atrações de Darling Harbour. Os hotéis Ibis Sydney Darling HarbourNovotel Sydney Rockford Darling Harbour e Holiday Inn Darling Harbour são os menos caros para quem escolhe se hospedar em Darling Harbour.

Darling Harbour, via Flickr

Região 2: Queen Victoria Building, Westfield com Tower Eye, The Strand Arcade e Apple

Queen Victoria Building, que os gringos geralmente chamam pelas iniciais, QVB, é uma mistura de shopping com arcade. Tem todo tipo de loja, dos chocolates locais da Haigh’s às marcas internacionais, como Michael Kors e Calvin Klein.

Pertinho dali tem o Westfield Sydney com centenas de outras lojas e a Tower Eye com mais de 300 metros de altura. Indo em direção a Apple da George Street não deixe de passar pela The Strand Arcade, a quinta e última das antigas arcades construídas na cidade e a única que continua de pé tal qual foi inaugurada.

Seguir o caminho que tracei no mapa é uma ótima pedida, mas não deixe de passar pelos quarteirões mais próximos, essa é a melhor região para desbravar sem pressa.

Desde que fiquei hospedado no Meriton de Gold Coast virei fã dessa rede de apartamentos e vou indicar logo três Meritons muito próximos dessas atrações que aparecem aqui: Meriton Serviced Apartments Kent Street, Meriton Serviced Apartments World Tower e Meriton Serviced Apartments Pitt Street.

Queen Victoria Building por fora, via Flickr

Queen Victoria Building por dentro, via Flickr

Região 3: Hyde Park

O Hyde Park de Sydney é o mais antigo da cidade, fica aberto 24 horas por dia em todos os dias do ano, mas no verão é sempre mais gostoso.

Você pode bater perna por ele, mas as atrações mais famosas estão na Região 4, ao longo da College Street em direção ao porto.

Faça como os mapas e divida o parque em norte e sul usando a rua Park como régua, ela passa por dentro dele. Na parte norte você não pode perder a fonte, que é quase o ponto de encontro oficial do parque, mas na parte sul procure pela entrada do Anzac Memorial no fim de um espelho d’água bem bonito – parece uma versão menor e mais discreta do Lincoln Memorial em Washington DC.

Imagem aérea da parte norte do Hyde Park, via Flickr

Anzac Memorial na parte sul do Hyde Park, via Flickr

Região 4: região do Australian Museum

Com a exceção do Royal Botanic Gardens eu não entrei em nenhuma dessas atrações. Já disse uma vez que minha onda em Sydney é praia, lembra?

Mesmo assim, principalmente para quem curte a parte cosmopolita da cidade, vale rodar e inserir esses pontos da região 4 em seu roteiro a pé pelo centro de Sydney.

Clique para conhecer muito mais do que eu sobre o Australian Museum, St Mary’s Cathedral, Hyde Park Barracks Museum e Art Gallery of New South Wales.

Cook and Phillip Park, Sydney Hospital e Conservatorium Library é só para passar na porta e bater uma foto. Royal Botanic Gardens está quase do lado da Opera House, dá para entrar e dar umas voltinhas se você tiver 30 minutinhos até o pôr do sol.

Região 5: Opera House e The Rocks

Essa Opera House é linda, viu? Sempre disse que Deus é australiano, e ao que tudo indica ele é sydneysider.

Bem, você pode aproveitar a Opera House de três formas: (1) passeando por ela e pelos bares da região da Opera House de Sydney, (2) tirando fotos de perto ou de um barco a caminho de alguma outra atração ou, (3), entrando lá dentro, seja para assistir peças ou fazer um tour.

The Rocks é o bairro que fica do outro lado do porto, é o que a gente vê da Opera House. Diferente do resto da cidade, The Rocks é um bairro cheio de ruelas apertadas, becos sem saída e morros onde a sacanagem rolava solta a dois ou três séculos atrás.

Não sei se tive uma experiência real do lugar porque muitos guias pintam The Rocks como uma região incrível para passear a noite, cheia de pubs e lojas mais sofisticadas, mas na minha memória ficou como uma região histórica onde é interessante fazer um tour guiado e gratuito. E ponto.

Para conhecer melhor The Rocks visite esse site. Nele você encontra dicas de onde comer, curtir a noite e lê mais sobre os mercados de rua de The Rocks.

Depois me fala qual foi a sua forma de conhecer e andar pelo centro, qual foi o seu roteiro em Sydney durante a sua viagem?

Se você quiser conhecer mais sobre as praias clique aqui.

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