O que fazer em uma parada de navio em Cozumel

Cozumel no México foi a primeira parada que fizemos em nosso cruzeiro de sete dias pelo Caribe. Todo mundo sabe que esse foi o meu primeiro cruzeiro, mas hoje vim falar de outra primeira vez: Cozumel foi a minha primeira parada em um “port of call”, eu ainda não sabia como esses pitstops funcionavam.

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O Disney Fantasy e o Norwegian Jade parados lado a lado no porto de Cozumel

Depois paramos também em Grand Cayman e Castaway Cay, a ilha da Disney nas Bahamas. O legal de ter começado por Cozumel é que as paradas foram melhorando de forma exponencial e crescente: não que Cozumel não seja legal, mas Bahamas e Ilhas Cayman são de outro mundo.

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Só assim para ver o navio bem de perto

A primeira coisa que percebi tendo parado primeiro em Cozumel é que a gente desembarcou caminhando, sem ajuda de botes. Fui logo pensando que esse era o modus operandi padrão, mas foi só chegar em Grand Cayman que descobri que não existe nenhum padrão: é possível descer do navio caminhando ou com a ajuda de botes, cada porto oferece uma ou mais formas de desembarque.

Passando pelo portal de imigração “Punta Langosta” em Cozumel

Outra coisa que percebi é que meus anos de experiência pesquisando tim tim por tim tim o que fazer em um novo destino foram por água abaixo: conhecer um destino viajando para ele é uma coisa, mas conhecer um destino em uma parada de navio é outra completamente diferente.

Foi estranho não quebrar a cabeça pesquisando informações e tentando entender como funciona o turismo local ou o transporte público: para conhecer um destino em uma parada de navio a gente encontra uma dica e segue firme com ela sem olhar para trás.

Plaza La Fiesta, o comércio local de Punta Langosta

Diferente de uma viagem tradicional onde a gente tem tempo para explorar e modificar o roteiro a medida que ele vai sendo cumprido, em um pitstop de port of call a gente tem que ser muito prático e dinâmico: a dica é pesquisar e escolher um passeio que você gostaria de fazer e fazê-lo, até porque geralmente não se tem tempo para arrependimento e mudança de planos.

Na saída de Punta Langosta aparecem as vans para até oito passageiros e a tabela de preços

Em cidades portos de parada onde as praias são os maiores atrativos o mais comum é escolher a que parece melhor e ir. Simples assim. Em Cozumel existe esse serviço de vans logo na saída do porto que leva o pessoal para os destinos mais comuns.

Lembrando que a gente escolhe aquilo que é mais prático e dinâmico, caso contrário o tempo que já é curto fica menor ainda: claro que se chega de transporte público em todas as praias e beach clubes, mas não se esqueça que uma hora o navio zarpa independente de onde você esteja (e o meu conselho é ir “começando a ir embora” duas horas antes do horário limite para retorno).

Claudia e eu seguimos o conselho da Luciana e partimos para Paradise Beach. O quanto antes chegássemos e aproveitássemos a piscina, o mar e o parquinho flutuante melhor seria. Infelizmente parte do dia foi lindo, mas parte foi nublado.

Desafiando a lógica teve sol na piscina e nuvem no mar em vários momentos do dia!

Olha que lindo o beach club de Paradise Beach:

Piscina de frente para o mar com bar molhado

Os garçons atendem na praia, mas existe um food truck estacionado na piscina

Saindo da região da piscina e indo para o mar

E com vocês, a praia!

Existem caiaques para alugar

Esse beach club em Paradise Beach é provavelmente a opção mais barata de Cozumel: você chega de van ou da forma que parece ser mais atraente para você, entra e paga um valor simbólico para usufruir da piscina e ter acesso ao mar (regularidade latina: geralmente 3 ou 5 dólares de acordo com quem te cobra).

Depois paga um valor mínimo de consumação se quiser usufruir das espreguiçadeiras (regularidade latina: geralmente oscila entre 10 e 15 dólares por pessoa) ou paga um determinado valor, geralmente não mais de 20 dólares, para usar o parquinho flutuante.

O famoso pier de Paradise Beach

Eu andando no pier

No finalzinho do píer, olhando para a praia

O legal desse píer é que ele te leva para uma parte razoavelmente mais funda do mar de Paradise Beach. O mar é lindo e a água é transparente (claro que isso varia de acordo com o clima e a época do ano), mas na parte mais rasa do mar você pode ter o azar de pegar muito alga, o que inconvenientemente estraga um pouco da magia do lugar.

Quando eu cheguei do mar Claudia e Luciana já tinham pedido essas belezuras aqui:

Depois voltei para o mar porque sou mineiro e não é um apocalipse caribenho que vai me atrapalhar:

Bom, essa é a minha dica do que fazer em Cozumel. Foi um passeio delicioso, além de barato e prático. Queria que o dia estivesse mais bonito, mas depois de pegar aquele azul indecente no céu e no mar de Castaway Cay não se pode reclamar muito.

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About

Sou mineiro de Belo Horizonte, onde nasci e moro. Sou jornalista, trabalhei com assessoria de comunicação e fui repórter de turismo. Nem toda viagem é trabalho, mas depois do blog todo trabalho virou viagem! Sou @rodeiviagens no Insta.


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