Como é alugar carro em Chicago

Desse vez eu queria chegar em Chicago, pegar o carro no aeroporto e ir dirigindo até o hotel, assim no dia seguinte era só acordar e ir para o outlet sem perrengue, sem contratar motorista, sem pesquisar horário de shuttle e com a liberdade de ir e voltar quando eu quisesse.

Isso tudo me custou 163 dólares. Foi o dinheiro mais bem gasto do mundo!

Usei a rentalcars.com para descobrir qual locadora oferecia o melhor carro pelo menor preço no aeroporto de Chicago. Fechei em menos de cinco minutos com a Alamo que tinha carro compacto pelo preço de econômico e ainda oferecia gps incluso na tarifa.

Pegar carro alugado no aeroporto de Chicago é tão fácil que a gente fica com a sensação de estar fazendo coisa errada: logo depois de pegar as malas no carrossel de bagagens é só sair em direção a calçada que os ônibus das locadoras passam em direção aos estacionamentos onde ficam os carros.

Não sei como é nas outras locadoras, mas na Alamo fiz tudo em um guichê eletrônico usando meu cartão de crédito e com o menu em português. Depois fui caminhando em direção aos carros compactos e vi esse Jeep lindinho esperando por mim:

Apesar de ser um Jeep o porta malas não era muito gigante, pelo contrário, era ideal para dois adultos viajando com três malas para despachar, aliás, esse é o problema de querer economizar durante o aluguel: carros econômicos são ótimos, mas geralmente não tem espaço suficiente para brasileiro que viaja com a intenção de fazer compras.

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Não se esqueça: duas pessoas viajando com duas malas cada não podem escolher carro econômico, mesmo que a tentação seja grande. É de compacto para cima.

100 dólares foram pagos pela internet e o restante ali, na hora

Eu sempre alugo carro com gps, nunca viajo dependendo exclusivamente do Google Maps porque em alguns momentos, principalmente em estrada, o sinal pode te deixar na mão ou deixar a leitura lenta, e não tem nada que irrite mais do que um celular que te manda virar a direita depois que a direita já passou.

Também não abro mão de escolher um carro que tenha um liberador de pedágio, assim a gente simplesmente passa por todos eles sem pensar duas vezes, sem pegar fila e sem precisar ficar contando moeda. Isso é bem cômodo e evita transtorno.

O retrovisor machado do meu Jeepinho, o primeiro que dirijo!

Chegando no centro de Chicago…

Como foi a experiência de dirigir em Chicago?

Como eu disse, peguei o carro no aeroporto, mas o objetivo principal era ir para região dos outlets dirigindo no dia seguinte. Eu poderia ter alugado carro só no dia seguinte e devolvido no mesmo dia, mas seria bem corrido fazer a entrega no dia da locação, eu acabaria ficando preso ao horário e o objetivo do carro era justamente o contrário.

Por isso coloquei os outlets no dia seguinte, logo depois de chegar de viagem, assim consegui unir o útil ao agradável: fazer o deslocamento do aeroporto de carro, usar o carro no dia seguinte até cansar e devolvê-lo na manhã do terceiro dia, no centro da cidade e não no aeroporto.

Foi ótimo porque eu jamais teria enfrentando perrengue para ir para outlet sem carro, principalmente segurando sacolas de compras – só coloquei esse dia de compras no roteiro porque sabia que estaria motorizado. E outra: a liberdade foi tão grande que saindo do segundo outlet eu passei por um Target na estrada e acabei parando, coisa que não aconteceria se eu estivesse sem carro.

Repetindo: tudo isso por 163 dólares. Santo investimento!

E não vale a pena ficar com o carro durante toda a viagem não?

Não em Chicago. Primeiro porque a gente não precisa de carro no centro de Chicago, é completamente desnecessário, o transporte público é prático e funciona muito bem. Segundo porque se o aluguel e a gasolina são baratas, sustentar o carro é complicado: gastei 60 dólares pagando duas pernoites no estacionamento, isso porque escolhi a modalidade mais barata, para quem só precisa tirar o carro uma vez depois de ter estacionado.

É difícil dirigir em Chicago?

Eu só dirigi dentro do centro de Chicago duas vezes: para sair do hotel e para devolver o carro. Só não foi 100% tranquilo porque no dia de ir para os outlets estava acontecendo a maratona de Chicago, ou seja, o trânsito estava completamente caótico e parcialmente fechado, então nem o gps sabia me informar o melhor caminho.

Precisei de quase 30 minutos para encontrar a saída de Chicago, o que deveria ter levado dois minutos estando hospedado no Whitehall Hotel.

Vencido o estresse tudo fluiu maravilhosamente bem ao longo do dia, as estradas são ótimas e o gps uma mão na roda!

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About

Sou mineiro de Belo Horizonte, onde nasci e moro. Sou jornalista, trabalhei com assessoria de comunicação e fui repórter de turismo. Nem toda viagem é trabalho, mas depois do blog todo trabalho virou viagem! Sou @rodeiviagens no Insta.


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